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Entrevistas
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João Feijão Souza porno izle
Tenista |
"Foi um bom ano, de muito aprendizado" |
João Souza, o Feijão, teve em 2009 a sua melhor temporada no circuito profissional do tênis. Alcançou seu melhor ranking, o de número 165, no início de novembro, após conquistar o vice-campeonato do Challenger de Medellin, na Colômbia. Também anotou quatro semifinais em torneios challengers, em Oberstaufen, na Alemanha, em Constanta, na Romênia, em Pereira, na Colômbia, e em São Paulo. Nascido em Mogi das Cruzes, mas residente no Rio de Janeiro, onde treina no CT Amil, sob a coordenação do técnico Ricardo Acioly, Feijão avalia sua temporada 2009 para o Tênis Show. Aos 21 anos e atual 199º no circuito, o brasileiro se prepara para 2010. |
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Qual a avaliação que tu fazes da tua temporada em 2009?
Foi um bom ano. Aprendi bastante. Comecei o ano superbem, jogando em São Paulo. Depois, fui para a Europa, onde fiquei durante oito semanas. Fiquei um bom tempo sozinho. Foi um período de muito aprendizado, adquiri muita experiência. No segundo semestre, não conquistei muitos pontos. Tive uma série de derrotas. Mas joguei bem. Fiz jogos duros, perdendo nos detalhes. Foi um bom ano.
Quando tu dizes: “Eu aprendi muito”, quais foram as lições?
Eu me conheci mais. O aprender mais também está relacionado ao jogo. Em um determinado momento da partida, fazer alguma coisa que me ajudou e também os erros que cometi e aprendi que não posso mais cometer. Tudo isso vai me ajudar no futuro.
É também um aprendizado em relação a se tornar mais independente dentro e fora da quadra?
Sem dúvida. Aprendi a me virar mais sozinho. Sem ter ninguém ao meu lado para me ajudar, pude me conhecer mais. Por exemplo, ao sair da quadra, depois de perder um jogo, eu mesmo tive que identificar os meus erros, os meus acertos, o que preciso fazer para melhorar, o que preciso fazer para seguir o meu caminho.
Especificamente em relação ao teu jogo, como tu o avalias?
O jogo? Acho que não devo muito para os tops. Eu tenho que melhorar a minha parte mental.
De uma forma geral, qual será o foco em 2010?
A intenção é baixar o ranking para poder jogar os torneios ATP.
Como é a tua história no tênis? Como tu começaste?
Eu sou de Mogi das Cruzes, meu pai jogava – e joga até hoje – de brincadeira. A minha irmã, três anos mais velha do que eu, também jogava no clube. Eu tinha nove anos. E ia sempre com eles para o clube, ficava jogando futebol, basquete. Um dia, fiquei brincando na quadra com o meu pai. Gostei. E logo entrei para a escolinha. Depois comecei a participar de torneios no clube, depois as competições paulistas e as nacionais. Foi uma coisa muito rápida. Evolui de uma forma muito rápida.
Tu sabes identificar em qual momento tu decidiste seguir o caminho para chegar ao tênis profissional?
Quando eu tinha uns 16 anos. Foi quando me dei conta que tinha condições de jogar. Estava sempre entre os primeiros nos torneios brasileiros.
Não te assustou o fato de o tênis ser um esporte individual, onde, por vezes, as derrotas são em número do que as vitórias?
Não. Eu gosto do fato de o tênis ser um esporte individual. Eu não gosto de depender dos outros para nada. Há seis anos estou longe de casa. Se eu ganhar, eu ganhei. Se eu perder, eu perdi. Se joguei mal, eu joguei mal. Eu gosto disso. Eu tenho que conquistar as minhas coisas.
Qual o teu sonho no tênis?
O meu sonho? Acho que é o mesmo de outros. Eu quero ser Top 10.
E a meta? Como tu trabalhas com ela? Tu estabeleces uma meta para alcançar?
Eu não penso muito em ranking. Não fico com este foco de ter que chegar a tal ranking. O Pardal (Ricardo Acioly) e eu trabalhamos mais em função do momento que estou passando, como estou jogando, como estou de cabeça, se estou precisando dar uma parada, se o melhor é jogar 10 torneios seguidos...
Ou seja, vocês estão sempre reavaliando o trabalho.
Exatamente. A gente vai moldando ao momento. |
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| Cláudia Coutinho - Tênis Show |
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